Lançamento: Revolução Anarquista na Manchúria (1929-1932), de Emilio Crisi

REVOLUÇÃO ANARQUISTA NA MANCHÚRIA (1929-1932)

Emilio Crisi

R$ 42,00

 

Capa peq

Formato: 12,5 X 20 cm
264 pgs.

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Esse livro tem por objetivo discutir fatos e acontecimentos ocorridos
no leste da Manchúria, entre 1929 e 1932; naquela ocasião, militantes
anarquistas planejaram e levaram a cabo uma revolução social em
meio às comunidades camponesas coreanas que habitavam a região.
O valor do presente trabalho encontra-se não somente no resgate da
experiência organizativa da militância libertária coreana, mas também
na análise da convergência conjuntural entre fatores externos e
internos, e dos fatores que contribuíram para que essa revolução
tivesse um caráter antiestatista e anticapitalista, sem precedentes no
nordeste asiático.

 

“Das quatro grandes revoluções que contaram com protagonismo dos anarquistas – México (1910-1913), Ucrânia (1919-1921), Manchúria (1929-1932) e Espanha (1936-1939), o caso manchuriano é certamente o menos conhecido e estudado.

Isso se explica basicamente por dois motivos. De um lado, o esquecimento
e a deturpação da história do anarquismo,promovidos historicamente por representantes da direita e da esquerda. De outro, o eurocentrismo, que marca
parte importante da produção historiográfica acerca do anarquismo, mesmo
aquela realizada por autores simpáticos ao anarquismo.

Este livro de Emilio Crisi – com quem temos o prazer de compartilhar a militância
e a coordenação do Instituto de Teoria e História Anarquista (ITHA) – deve ser lido por várias razões. Porque contribui com a popularização de um episódio central e quase desconhecido da história do anarquismo; porque se trata de um estudo intelectualmente
honesto e rigoroso do anarquismo, que, contrapondo o eurocentrismo, contribui
para a construção de uma história global do anarquismo; porque destaca uma experiência histórica concreta do anarquismo, que transformou a vida de milhões de trabalhadores; porque destaca o papel da organização anarquista
nesse episódio. E, finalmente, porque com essa experiência revolucionária
que analisa, nos permite conhecer mais nossa própria história e, assim, nos estimular
para os combates do presente e do futuro.”

Felipe Corrêa e Rafael Viana da Silva

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