Michael Schmidt – Anarquismo Búlgaro em Armas

ANARQUISMO BÚLGARO EM ARMAS: A LINHA DE MASSAS ANARCO-COMUNISTA, PARTE 1
Michael Schmidt

R$ 13,00

Capa BulgáriaFormato: 11,5 X 15,5 cm
80 pgs.

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Neste livreto publicamos uma história escrita pelo militante da Zabalaza Anarchist Communist Front [Frente Anarco-Comunista Zabalaza], da África do Sul, que trata de um episódio do anarquismo pouco conhecido entre os brasileiros. O anarquismo na Bulgária, retratado em Anarquismo Búlgaro em Armas traz ao leitor as experiências de organização e luta que se deram em torno da Federação dos Anarco-Comunistas da Bulgária (FAKB) que, inspirada na controversa Plataforma Organizacional publicada pelos russos exilados do Dielo Truda em 1926, foi capaz reorganizar o anarquismo nos fins da década de 1910 e conseguir transformá-lo na terceira maior força da esquerda no país. A FAKB foi responsável por organizar movimentos de trabalhadores rurais e urbanos, e trabalhar sua propaganda de maneira efetiva, em meio a dois golpes fascistas (1923 e 1934) e às investidas comunistas. Junto a esta história, publicamos a Plataforma da Federação dos Anarco-Comunistas da Bulgária de 1945, documento programático que reflete as posições da FAKB.

 

Sumário:

ANARQUISMO BÚLGARO EM ARMAS
A Federação dos Anarco-Comunistas da Bulgária (FAKB)
O Golpe Fascista de 1923 e Suas Conseqüências
A Frente Unida e a Guerrilha
O “Sindicalismo Vlassovden” e a Expansão Anarquista
O Golpe Fascista de 1934 e Suas Conseqüências
Guerra e Colaboração Vermelha-Laranja-Marrom
O Regime Stalinista
O Legado do Plataformismo Búlgaro
Lições da Experiência Búlgara
Notas

PLATAFORMA DA FEDERAÇÃO DOS ANARCO-COMUNISTAS DA BULGÁRIA

 

“No início do século XX, o anarquismo fortificou-se como um movimento organizacional de massas na Tchecoslováquia, na Hungria e na Polônia. Os anarquistas já haviam sido ativos na Bósnia e Herzegovina, mas foi principalmente na Bulgária, e na sua vizinha Macedônia, que um notável caso de anarquismo organizado surgiu, no meio das disputas entre os grandes poderes. Este movimento, tão pouco estudado, não somente sujou-se de sangue nas lutas de libertação nacional e na oposição armada – tanto contra o fascismo, quanto contra o stalinismo –, mas desenvolveu um movimento de massas com diversidade e resistência notáveis, o primeiro a adotar como base a controversa Plataforma, escrita pelos makhnovistas ucranianos exilados em Paris em 1926.”

Michael Schmidt

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